ATUAÇÕES ESPECIALIZADAS · SAÚDE DA PESSOA IDOSA

Envelhecer não reduz direitos. Multiplica as situações em que eles são testados.

Depois dos 60, os encontros com o sistema de saúde ficam mais frequentes e as decisões, mais delicadas: o reajuste do plano por idade, o home care negado, a internação prolongada, a instituição de longa permanência, a capacidade de decidir por si e o momento em que outra pessoa passa a decidir. Cada um desses temas já existe neste site dentro da sua área; esta página os reúne do ponto de vista de quem os vive, o paciente idoso e a sua família.

O que o escritório analisa

Negativas de cobertura e reajustes por faixa etária; home care e cuidados continuados; internação e alta insegura; contratos, multas e responsabilidade de instituições de longa permanência; curatela, tomada de decisão apoiada e diretivas antecipadas de vontade; cuidados paliativos e decisões de fim de vida, da recusa de tratamento à escolha do local da morte; acompanhante na internação; benefícios ligados à saúde, como a isenção de imposto de renda por doença grave e o BPC. Quando o tema pertence a uma área específica do site, a análise segue a régua daquela área.

A distinção que a família precisa conhecer

Idade não é doença, e dependência não é incapacidade. Boa parte dos conflitos jurídicos da velhice nasce de alguém tratando uma coisa como a outra: o plano que encarece como se envelhecer fosse sinistro, a instituição que decide pelo residente que ainda decide por si, a família que antecipa uma curatela onde bastaria apoio. O trabalho do escritório é devolver cada situação à sua categoria correta, inclusive quando isso significa dizer que não há direito a reclamar.

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A pergunta certa não é “o que fazer com o idoso”. É “o que ele quer, e o que o direito garante”.

Envie a situação: a negativa, o contrato da instituição, o laudo. A equipe do escritório verifica se há viabilidade jurídica e o que ela exige em documentos.

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